A hidrelétrica será construída entre as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, terá duas barragens e dois reservatórios. Populações ribeirinhas, índios e agricultores temem o futuro na região.
sábado, 27 de agosto de 2011
Belo Monte é a maior e mais polêmica obra em andamento no país
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Turma Assistente Administrativo 2014181 - profª Ana Claudia Manhães
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sábado, 20 de agosto de 2011
Israelense cria bicicleta de plástico reclicado
O estudante de arte e design israelense Dror Peleg resolveu inovar: criou uma bicicleta utilizando plástico reciclado. Batizada de “Frii”, a bicicleta foi projetada para adultos. O baixo custo de produção é um aspecto positivo: a tecnologia de produção se torna mais acessível, possibilitando às indústrias locais a sua fabricação. Inteiramente feita de plástico reciclado – com exceção dos pneus – , a “Frii” ainda não está sendo comercializada.
Para garantir a resistência da bicicleta sustentável, Dror Peleg fez uso da tecnologia de material injetável: uma armação de plástico é colocada em um molde e depois preenchida com o material reciclado. As rodas têm aro de 20 polegadas e garfo curto, o que as torna mais resistentes. O selim é moldável ao peso do ciclista. A bicicleta "Frii" não conta com um sistema de freios tradicional. Para frear, são utilizados os pedais.
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Para garantir a resistência da bicicleta sustentável, Dror Peleg fez uso da tecnologia de material injetável: uma armação de plástico é colocada em um molde e depois preenchida com o material reciclado. As rodas têm aro de 20 polegadas e garfo curto, o que as torna mais resistentes. O selim é moldável ao peso do ciclista. A bicicleta "Frii" não conta com um sistema de freios tradicional. Para frear, são utilizados os pedais.
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Turma Assistente Administrativo 2014181 - profª Ana Claudia Manhães
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domingo, 7 de agosto de 2011
"Cada garrafa tem uma história" Coca-Cola: Tião
"Cada garrafa tem uma história" conta a história de Tião Santos (líder do movimento de catadores de materiais recicláveis e parceiro do programa "Reciclou, Ganhou")
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Turma Assistente Administrativo 2014181 - profª Ana Claudia Manhães
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A Melhor Pegada Ecológica
Como um designer gaúcho está transformando adolescentes pobres em uma turma de empreendedores verdes do setor de sapatos
Teresa Perosa
Divulgação
O designer Mário Pereira, de 39 anos, queria ser voluntário em um projeto social para melhorar a vida das pessoas de sua cidade, Novo Hamburgo, a 45 quilômetros de Porto Alegre. Em 2000, Pereira fez como a maioria de nós quando quer ser solidária: começou a arrecadar brinquedos e roupas para doar em ocasiões especiais, como o Dia das Crianças e o Natal. Quem ganhava os brinquedos eram crianças da Vila Getúlio Vargas, um bairro da periferia de Novo Hamburgo.
As doações evoluíram. Incorporaram a distribuição mensal de um sopão para pessoas da comunidade e aulas de futebol para a criançada. Mas Pereira e um grupo de amigos envolvido nas atividades perceberam que a iniciativa não era suficiente para fazer diferença na vida daquelas pessoas. Um dos garotos, com quem Pereira jogava bola na escolinha de futebol, foi preso. Ele havia matado um empresário em uma tentativa de assalto. “Descobrimos que ele estava viciado em drogas e, para sustentar o vício, começou a roubar”, diz Pereira. “Entendemos que só dar comida e roupa não melhoraria a vida deles. A gente tinha de tirar aquela molecada da rua e colocá-la sob uma estrutura que ensinasse coisas boas.”
A estrutura pensada por Pereira e seus amigos tomou a forma de uma organização não governamental, o Instituto Villaget, criado em 2004. Lá, jovens entre 14 e 18 anos encontram atividades para mantê-los longe das ruas, como aulas de dança e teatro. Mas o principal objetivo do Instituto Villaget vai além de oferecer opções de recreação. O núcleo conta com um centro de capacitação para ensinar aos jovens uma profissão. “A ideia é que, ao aprender uma profissão, eles terão o rumo da vida em suas mãos”, diz Pereira. Como a fabricação de calçados sustenta parte importante da economia de Novo Hamburgo, o Instituto Villaget decidiu preparar os jovens para trabalhar nessa área. Lá, eles aprendem a desenhar e fabricar calçados. Assim, ao deixar a ONG, têm qualificação para encontrar emprego facilmente no mercado de trabalho da região. Cerca de 60 jovens já passaram pelo curso do Villaget.
As aulas são diárias. Nelas, os adolescentes aprendem todo o processo de fabricação de calçados, do corte e costura à montagem do produto. O curso dura quatro anos. Quando formados, os jovens podem fazer parte da cooperativa montada por alunos que já deixaram o Villaget, chamada Cooperget. A cooperativa, que fabrica calçados, mochilas e carteiras, foi formada há um ano e meio por sete jovens. A produção é vendida em Novo Hamburgo, Porto Alegre, São Paulo e Vitória. Por mês, são fabricados cerca de 200 pares de tênis e 50 mochilas, que chegam às lojas custando R$ 44,90 e R$ 39,90 respectivamente.
Ricardo Jaeger/ÉPOCA
NA MODA
O designer gaúcho Mário Pereira, ao centro, e os integrantes da Cooperget. Eles usam materiais reciclados para produzir tênis
A produção deverá aumentar em breve porque a Cooperget fechou novas parcerias na feira mais importante do setor calçadista no país, a Francal, realizada em junho, em São Paulo. Os jovens viajaram para expor a marca. “Eu nunca tinha andado de avião”, diz Indiara Martins, de 19 anos, uma das integrantes da cooperativa. “Parece pequeno para quem olha de fora, mas a gente vê quanto o projeto cresceu. É muito empolgante pensar que estou participando disso tudo.” Indiara começou na produção da Cooperget e agora já cuida da contabilidade: entrada de capital, controle de custos e pagamentos. Os salários dos integrantes variam entre R$ 300 e R$ 600, dependendo de quanto tempo cada um tem na cooperativa.
Atentos às necessidades do mercado, os jovens perceberam que investir no uso de materiais reciclados seria uma maneira de baratear os custos e de atrair a atenção de um público cada vez mais exigente com a conservação do planeta. Os jovens da Cooperget aproveitaram a experiência de Pereira, que em seu próprio trabalho produz tênis com materiais ecologicamente corretos, para fazer o mesmo com os produtos da marca. Os tênis e as mochilas são fabricados com lona reciclada, feita a partir das sobras de tecido de confecções, e lona de PET, feita com garrafas de plástico. Outros materiais entram também na produção de carteiras e capas para laptop, como vários tipos de laminados. Alguns são feitos com couro, madeira ou borracha natural e biodegradável, produzida com látex da seringueira.
A Cooperget tem planos para aumentar sua produção e levar a experiência para outras comunidades carentes. Dois novos polos de produção deverão ser abertos, ambos em Novo Hamburgo: um com jovens de baixa renda do bairro Santo Afonso e o outro com mulheres desempregadas da Associação Reciclando. “O objetivo da ONG é justamente este: formar líderes empreendedores e promover o desenvolvimento social”, diz Pereira. Para Paulo César Model, consultor técnico do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos, em Novo Hamburgo, que conhece há cinco anos o trabalho da ONG, o sucesso do projeto é sem precedentes na região. “Muitos desses guris estariam na marginalidade se não fosse o Villaget.”
Teresa Perosa
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O designer Mário Pereira, de 39 anos, queria ser voluntário em um projeto social para melhorar a vida das pessoas de sua cidade, Novo Hamburgo, a 45 quilômetros de Porto Alegre. Em 2000, Pereira fez como a maioria de nós quando quer ser solidária: começou a arrecadar brinquedos e roupas para doar em ocasiões especiais, como o Dia das Crianças e o Natal. Quem ganhava os brinquedos eram crianças da Vila Getúlio Vargas, um bairro da periferia de Novo Hamburgo.
As doações evoluíram. Incorporaram a distribuição mensal de um sopão para pessoas da comunidade e aulas de futebol para a criançada. Mas Pereira e um grupo de amigos envolvido nas atividades perceberam que a iniciativa não era suficiente para fazer diferença na vida daquelas pessoas. Um dos garotos, com quem Pereira jogava bola na escolinha de futebol, foi preso. Ele havia matado um empresário em uma tentativa de assalto. “Descobrimos que ele estava viciado em drogas e, para sustentar o vício, começou a roubar”, diz Pereira. “Entendemos que só dar comida e roupa não melhoraria a vida deles. A gente tinha de tirar aquela molecada da rua e colocá-la sob uma estrutura que ensinasse coisas boas.”
A estrutura pensada por Pereira e seus amigos tomou a forma de uma organização não governamental, o Instituto Villaget, criado em 2004. Lá, jovens entre 14 e 18 anos encontram atividades para mantê-los longe das ruas, como aulas de dança e teatro. Mas o principal objetivo do Instituto Villaget vai além de oferecer opções de recreação. O núcleo conta com um centro de capacitação para ensinar aos jovens uma profissão. “A ideia é que, ao aprender uma profissão, eles terão o rumo da vida em suas mãos”, diz Pereira. Como a fabricação de calçados sustenta parte importante da economia de Novo Hamburgo, o Instituto Villaget decidiu preparar os jovens para trabalhar nessa área. Lá, eles aprendem a desenhar e fabricar calçados. Assim, ao deixar a ONG, têm qualificação para encontrar emprego facilmente no mercado de trabalho da região. Cerca de 60 jovens já passaram pelo curso do Villaget.
As aulas são diárias. Nelas, os adolescentes aprendem todo o processo de fabricação de calçados, do corte e costura à montagem do produto. O curso dura quatro anos. Quando formados, os jovens podem fazer parte da cooperativa montada por alunos que já deixaram o Villaget, chamada Cooperget. A cooperativa, que fabrica calçados, mochilas e carteiras, foi formada há um ano e meio por sete jovens. A produção é vendida em Novo Hamburgo, Porto Alegre, São Paulo e Vitória. Por mês, são fabricados cerca de 200 pares de tênis e 50 mochilas, que chegam às lojas custando R$ 44,90 e R$ 39,90 respectivamente.
Ricardo Jaeger/ÉPOCA
NA MODA
O designer gaúcho Mário Pereira, ao centro, e os integrantes da Cooperget. Eles usam materiais reciclados para produzir tênis
A produção deverá aumentar em breve porque a Cooperget fechou novas parcerias na feira mais importante do setor calçadista no país, a Francal, realizada em junho, em São Paulo. Os jovens viajaram para expor a marca. “Eu nunca tinha andado de avião”, diz Indiara Martins, de 19 anos, uma das integrantes da cooperativa. “Parece pequeno para quem olha de fora, mas a gente vê quanto o projeto cresceu. É muito empolgante pensar que estou participando disso tudo.” Indiara começou na produção da Cooperget e agora já cuida da contabilidade: entrada de capital, controle de custos e pagamentos. Os salários dos integrantes variam entre R$ 300 e R$ 600, dependendo de quanto tempo cada um tem na cooperativa.
Atentos às necessidades do mercado, os jovens perceberam que investir no uso de materiais reciclados seria uma maneira de baratear os custos e de atrair a atenção de um público cada vez mais exigente com a conservação do planeta. Os jovens da Cooperget aproveitaram a experiência de Pereira, que em seu próprio trabalho produz tênis com materiais ecologicamente corretos, para fazer o mesmo com os produtos da marca. Os tênis e as mochilas são fabricados com lona reciclada, feita a partir das sobras de tecido de confecções, e lona de PET, feita com garrafas de plástico. Outros materiais entram também na produção de carteiras e capas para laptop, como vários tipos de laminados. Alguns são feitos com couro, madeira ou borracha natural e biodegradável, produzida com látex da seringueira.
A Cooperget tem planos para aumentar sua produção e levar a experiência para outras comunidades carentes. Dois novos polos de produção deverão ser abertos, ambos em Novo Hamburgo: um com jovens de baixa renda do bairro Santo Afonso e o outro com mulheres desempregadas da Associação Reciclando. “O objetivo da ONG é justamente este: formar líderes empreendedores e promover o desenvolvimento social”, diz Pereira. Para Paulo César Model, consultor técnico do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos, em Novo Hamburgo, que conhece há cinco anos o trabalho da ONG, o sucesso do projeto é sem precedentes na região. “Muitos desses guris estariam na marginalidade se não fosse o Villaget.”
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Turma Assistente Administrativo 2014181 - profª Ana Claudia Manhães
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domingo, 17 de julho de 2011
Sede de navegar, verdejantes tempos...
Sexta-feira, dia de música, dia de Leila Pinheiro cantando a bela música "Verde", de Eduardo Gudin e Costa Netto: "Quem pergunta por mim já deve saber que eu não desisti das minhas bandeiras...". Tenham um bom fim de sexta-feira e um ótimo final de semana.
Enviado por Agostinho Vieira -
15.07.2011
|
18h59m
BLOG AGOSTINHO VIEIRA
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15.07.2011
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Turma Assistente Administrativo 2014181 - profª Ana Claudia Manhães
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sábado, 16 de julho de 2011
Lei das Sacolas Plásticas pode pesar no seu bolso
Rio - Vai pegar fogo a briga em torno da Lei das Sacolas Plásticas, que começa a valer sexta-feira, quando termina o prazo para a substituição por bolsas reutilizáveis nos supermercados. Hoje o deputado Paulo Ramos (PDT) impetra mandado de segurança na Justiça para impedir sua aplicação. O projeto de lei dele, que adiava a eficácia da norma por seis meses, foi vetado pelo governador Sérgio Cabral. Empresários não descartam aumento de preços nas lojas.
De autoria do deputado Carlos Minc (PT), a Lei 5.502/09 não proíbe as sacolas plásticas, mas estimula a redução gradativa do seu uso nos estabelecimentos para a proteção do meio ambiente, já que elas levariam no mínimo 100 anos para se decompor na natureza.
Os supermercados tiveram um ano para fazer a substituição. Quem não fez, a partir de sexta, deverá optar por uma das três obrigações da lei: fornecer bolsas reutilizáveis; dar desconto de três centavos a cada cinco produtos comprados sem o uso de sacola plástica ou trocar 50 bolsas desse tipo por 1 kg de alimento da cesta básica. As lojas ainda estão obrigadas a afixar cartazes informativos. A multa para o descumprimento de qualquer obrigação chega a R$ 20 mil.
Sônia é adepta das bolsas retornáveis e apoia a nova lei. ‘Cansei de ver sacolas plásticas entupindo bueiros’, justifica a gerente de vendas | Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia
Não se reduz a poluição banindo a sacola plástica, que nos inferniza menos do que as garrafas PET. Elas são necessárias para o lixo doméstico, por exemplo. Onde ele será dispensado de forma prática e segura?”, questiona Paulo Ramos, que quer suspender os efeitos da lei com o mandado de segurança até agosto, quando termina o recesso na Alerj. Ele está confiante de que os deputados derrubarão o veto de Cabral, aprovando seu projeto.Outra consequência perigosa apontada por Ramos é o surgimento de um “exército” de catadores que esvaziarão sacolas de lixo nas ruas para trocá-las por comida nos mercados. “Será o caos”, prevê o deputado.
Essa hipótese, no entanto, foi afastada pelo presidente da Associação dos Supermercados do Rio, Aylton Fornari. Segundo ele, os empresários não farão a troca e já optaram por dar desconto aos clientes que não pedirem sacolas plásticas. Mas a medida pode pesar no bolso dos consumidores. “Há possibilidade de esse custo ser repassado ao cliente”, avisou.
Previsão de 4 mil demitidos
Presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Rio, José da Rocha diz que o setor está apreensivo. Ele estima que 4 mil trabalhadores no estado fiquem desempregados com a lei: “As empresas sofrerão impacto na produção e na receita, que não quantificamos, mas será grande”.
Para Minc, os efeitos serão mais positivos do que prejudiciais, sobretudo para o meio ambiente. “Nossa meta este ano é retirar mais de 1 bilhão de sacos da natureza”, prevê ele, que vai fiscalizar mercados sexta-feira.
A gerente de vendas Sônia Gonçálvez, 43 anos, já se habituou a usar sacolas retornáveis: “Sempre levo um monte quando vou para a rua. Cansei de ver esse material entupindo bueiros”. Jandira Mesquita, 52, só usava sacolas plásticas até ontem, quando foi informada da lei: “Comprei duas retornáveis agora e gostei. Dá até para levar para a praia”.
Por Celso Oliveira e Diogo Dantas
De autoria do deputado Carlos Minc (PT), a Lei 5.502/09 não proíbe as sacolas plásticas, mas estimula a redução gradativa do seu uso nos estabelecimentos para a proteção do meio ambiente, já que elas levariam no mínimo 100 anos para se decompor na natureza.
Os supermercados tiveram um ano para fazer a substituição. Quem não fez, a partir de sexta, deverá optar por uma das três obrigações da lei: fornecer bolsas reutilizáveis; dar desconto de três centavos a cada cinco produtos comprados sem o uso de sacola plástica ou trocar 50 bolsas desse tipo por 1 kg de alimento da cesta básica. As lojas ainda estão obrigadas a afixar cartazes informativos. A multa para o descumprimento de qualquer obrigação chega a R$ 20 mil.
Sônia é adepta das bolsas retornáveis e apoia a nova lei. ‘Cansei de ver sacolas plásticas entupindo bueiros’, justifica a gerente de vendas | Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia
Não se reduz a poluição banindo a sacola plástica, que nos inferniza menos do que as garrafas PET. Elas são necessárias para o lixo doméstico, por exemplo. Onde ele será dispensado de forma prática e segura?”, questiona Paulo Ramos, que quer suspender os efeitos da lei com o mandado de segurança até agosto, quando termina o recesso na Alerj. Ele está confiante de que os deputados derrubarão o veto de Cabral, aprovando seu projeto.Outra consequência perigosa apontada por Ramos é o surgimento de um “exército” de catadores que esvaziarão sacolas de lixo nas ruas para trocá-las por comida nos mercados. “Será o caos”, prevê o deputado.
Essa hipótese, no entanto, foi afastada pelo presidente da Associação dos Supermercados do Rio, Aylton Fornari. Segundo ele, os empresários não farão a troca e já optaram por dar desconto aos clientes que não pedirem sacolas plásticas. Mas a medida pode pesar no bolso dos consumidores. “Há possibilidade de esse custo ser repassado ao cliente”, avisou.
Previsão de 4 mil demitidos
Presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Rio, José da Rocha diz que o setor está apreensivo. Ele estima que 4 mil trabalhadores no estado fiquem desempregados com a lei: “As empresas sofrerão impacto na produção e na receita, que não quantificamos, mas será grande”.
Para Minc, os efeitos serão mais positivos do que prejudiciais, sobretudo para o meio ambiente. “Nossa meta este ano é retirar mais de 1 bilhão de sacos da natureza”, prevê ele, que vai fiscalizar mercados sexta-feira.
A gerente de vendas Sônia Gonçálvez, 43 anos, já se habituou a usar sacolas retornáveis: “Sempre levo um monte quando vou para a rua. Cansei de ver esse material entupindo bueiros”. Jandira Mesquita, 52, só usava sacolas plásticas até ontem, quando foi informada da lei: “Comprei duas retornáveis agora e gostei. Dá até para levar para a praia”.
Por Celso Oliveira e Diogo Dantas
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domingo, 10 de julho de 2011
Projeto Jogando pelo Meio Ambiente tem novidades em 2011
Dois dos maiores rivais do futebol brasileiro se unem pela preservação do Meio Ambiente. A Sociedade Esportiva Palmeiras, a partir de hoje, se junta ao Sport Club Corinthians Paulista no projeto Jogando pelo Meio Ambiente, iniciativa inédita no Brasil lançada em 2010 pelo Banco Cruzeiro do Sul, que tem como objetivo promover a responsabilidade socioambiental junto às grandes massas por meio do futebol.
As regras do Jogo
No ano passado, a regra era simples: cada jogo do Corinthians valia 100 árvores e cada gol mais 100. Como em time que está vencendo não se mexe, a regra será mantida para 2011, porém agora passa a valer também para o Palmeiras.
Ainda para este ano, o Jogando pelo Meio Ambiente promoverá uma série de novidades. Uma delas é o Campeão do Meio Ambiente, que funcionará da seguinte forma: caso Palmeiras ou Corinthians sejam campeões de algum torneio, o projeto fará um plantio bônus (Escala de plantações: Campeonato Paulista – 1.000 árvores; Copa Sul-Americana: 3.000; Brasileirão: 3.000.
Outra ação é o Pênalti Sustentável, onde defender um pênalti vale até mais do que marcar um gol e resultará na plantação de 200 árvores. Também ocorrerão distribuições de prêmio e gincanas educacionais com as torcidas dos dois clubes.
Cada time terá um embaixador próprio que será o responsável por difundir o Jogando pelo Meio Ambiente junto aos demais jogadores e torcedores. Pelo Corinthians será o goleiro Júlio César, que substituirá o ex-capitão e jogador William, representante do timão em 2010. Já pelo Palmeiras a função ficará para Deola.
Para o palmeirense, participar ativamente de um projeto que tem um objetivo tão grandioso é um prazer. “A responsabilidade ambiental hoje é algo que precisa estar presente no dia a dia de toda a população. Não existe sustentabilidade sem o engajamento de todos. Espero defender mais pênaltis daqui para frente”, diz Deola.
Apesar de rivais dentro do campo, o goleirão corintiano concorda com Deola. “O futebol é um esporte que atrai multidões. Dar alegria a esse público e ainda ajudar a difundir a responsabilidade ambiental é muito legal”, observa Julio César, que ainda brinca: “bem que os atacantes adversários poderiam colaborar chutando todos os pênaltis na minha mão. Vou conversar com eles e até convidá-los para plantar algumas árvores”.
Outra novidade importante é que o Jogando pelo Meio Ambiente fechou uma parceria com a Cooperpac, cooperativa de catadores de papel localizada no bairro do Grajaú, em São Paulo.
Todos os resultados e novidades do projeto podem ser visualizados no novo site www.jogandopelomeioambiente.com.br, que agora está dividido em duas partes, permitindo que o internauta acesse um conteúdo específico e diferenciado de acordo com as informações de cada time no projeto. Além disso, estreia o twitter @JogandoPMA, que será um espaço de interação do projeto com torcedores e jogadores.
O Jogando pelo Meio Ambiente estará presente também na TV Corinthians, com programas de cunho educativo, ambiental e esportivo.
As regras do Jogo
No ano passado, a regra era simples: cada jogo do Corinthians valia 100 árvores e cada gol mais 100. Como em time que está vencendo não se mexe, a regra será mantida para 2011, porém agora passa a valer também para o Palmeiras.
Ainda para este ano, o Jogando pelo Meio Ambiente promoverá uma série de novidades. Uma delas é o Campeão do Meio Ambiente, que funcionará da seguinte forma: caso Palmeiras ou Corinthians sejam campeões de algum torneio, o projeto fará um plantio bônus (Escala de plantações: Campeonato Paulista – 1.000 árvores; Copa Sul-Americana: 3.000; Brasileirão: 3.000.
Outra ação é o Pênalti Sustentável, onde defender um pênalti vale até mais do que marcar um gol e resultará na plantação de 200 árvores. Também ocorrerão distribuições de prêmio e gincanas educacionais com as torcidas dos dois clubes.
Cada time terá um embaixador próprio que será o responsável por difundir o Jogando pelo Meio Ambiente junto aos demais jogadores e torcedores. Pelo Corinthians será o goleiro Júlio César, que substituirá o ex-capitão e jogador William, representante do timão em 2010. Já pelo Palmeiras a função ficará para Deola.
Para o palmeirense, participar ativamente de um projeto que tem um objetivo tão grandioso é um prazer. “A responsabilidade ambiental hoje é algo que precisa estar presente no dia a dia de toda a população. Não existe sustentabilidade sem o engajamento de todos. Espero defender mais pênaltis daqui para frente”, diz Deola.
Apesar de rivais dentro do campo, o goleirão corintiano concorda com Deola. “O futebol é um esporte que atrai multidões. Dar alegria a esse público e ainda ajudar a difundir a responsabilidade ambiental é muito legal”, observa Julio César, que ainda brinca: “bem que os atacantes adversários poderiam colaborar chutando todos os pênaltis na minha mão. Vou conversar com eles e até convidá-los para plantar algumas árvores”.
Outra novidade importante é que o Jogando pelo Meio Ambiente fechou uma parceria com a Cooperpac, cooperativa de catadores de papel localizada no bairro do Grajaú, em São Paulo.
Todos os resultados e novidades do projeto podem ser visualizados no novo site www.jogandopelomeioambiente.com.br, que agora está dividido em duas partes, permitindo que o internauta acesse um conteúdo específico e diferenciado de acordo com as informações de cada time no projeto. Além disso, estreia o twitter @JogandoPMA, que será um espaço de interação do projeto com torcedores e jogadores.
O Jogando pelo Meio Ambiente estará presente também na TV Corinthians, com programas de cunho educativo, ambiental e esportivo.
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Turma Assistente Administrativo 2014181 - profª Ana Claudia Manhães
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